A reflorestar o bosque poético. Mantenham-se ligados! Obrigado.
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Para mim é muito importante conhecer a vossa opinião sobre os conteúdos e formatos deste blog. Por favor deixem as vossas criticas e sugestões. Todos vós, leitores, fazem tão parte deste mundo como as palavras nele escritas.
Afasta-te! Deixa-me viver. Quero sentir quem sou ver o mundo, perceber o que sobrou. Já não há nada a dizer, não tens o que temer e as palavras já não trazem, nem podem levar, não há por onde agarrar ou algo a tentar. Experimentei tudo e aguardei mudo o gesto sorrir. Que nunca chegaria a vir. Espalho ao vento os retalhos de mim, as memorias do fim que insistem ficar. Eu prometo mudar.
Encosta-te a mim Encosta-te a mim, nós já vivemos cem mil anos encosta-te a mim, talvez eu esteja a exagerar encosta-te a mim, dá cabo dos teus desenganos não queiras ver quem eu não sou, deixa-me chegar.
Chegado da guerra, fiz tudo p´ra sobreviver em nome da terra, no fundo p´ra te merecer recebe-me bem, não desencantes os meus passos faz de mim o teu herói, não quero adormecer.
Tudo o que eu vi, estou a partilhar contigo o que não vivi, hei-de inventar contigo sei que não sei, às vezes entender o teu olhar mas quero-te bem, encosta-te a mim.
Encosta-te a mim, desatinamos tantas vezes vizinha de mim, deixa ser meu o teu quintal recebe esta pomba que não está armadilhada foi comprada, foi roubada, seja como for.
Eu venho do nada porque arrasei o que não quis em nome da estrada onde só quero ser feliz enrosca-te a mim, vai desarmar a flor queimada vai beijar o homem-bomba, quero adormecer.
Tudo o que eu vi, estou a partilhar contigo o que não vivi, um dia hei-de inventar contigo sei que não sei, às vezes entender o teu olhar mas quero-te bem, encosta-te a mim.
Mais uma noite, só uma, esta, nenhuma. O ser e o estar, unir e separar. Sem remorso e sem perdão, o pecado sagrado em laços de união. Desejas, aqueces, actuas e esqueces. Sempre foi assim: chegar e partir.
Mais uma noite, só uma, esta, nenhuma. O ser e o estar, unir e separar. Sem remorso e sem perdão, o pecado sagrado em laços de união. Desejas, aqueces, actuas e esqueces. Sempre foi assim: chegar e partir.