A reflorestar o bosque poético. Mantenham-se ligados! Obrigado.
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Para mim é muito importante conhecer a vossa opinião sobre os conteúdos e formatos deste blog. Por favor deixem as vossas criticas e sugestões. Todos vós, leitores, fazem tão parte deste mundo como as palavras nele escritas.
Se fosses tão doce, como esse teu jeito doce, como o teu respirar. Essa forma de estar e a maneira de olhar; se dessa boca doce que fala a cantar saísse um beijo que fosse chegava para me contentar.
Se fosses mulher, como de doce, como outra qualquer, mas sem imitar serias lua cheia e a vista estelar; E doce, tão doce o céu inteiro a brilhar.
Se te quero assim, doce por um momento que fosse É porque há em ti um doce à espera de se revelar.
Se te quiseres mostrar, doce, Eu hei de te encontrar.
Já não dá o tempo já não volta o mundo é outro e está noutra rota. Vão-se os pés vêm novas marés que apagam as provas Todos crescemos e a terra muda a evolução é absurda Tudo se vai, e a história se esvai entre as gotas da chuva. Já não conheço ninguém muda-se à toa, mas não sinto desdém, embora me doa...
Vem, Da-me a tua mão faz-me sentir vivo não digas que não
Conheço-te talvez melhor que a mim espero-te assim, comigo
A cada momento sonho-te aqui vejo-te a Ti no meu pensamento
Vem, Sei que procuras Tu também choras e as lutas são mais duras com o perder das horas
Gastemos abraços, juntemos laços em tempos a dois Só o agora interessa, esquece o depois, Vem
Vamos partir à aventura desenhar uma trama numa cena madura Porque o amor também chama em tempo de loucura
Quero ver-te gelar em todo o meu calor sentir o teu respirar entre beijos de ardor
Vem, Não aguento esta dor Quero ver o céu tirar o teu véu e descobrir o amor
Vem
Dia13
Lê, descobre-me Interpreta-me a teu gosto Espelha-o no rosto: o Gesto feliz. Se és tu quem diz que quem o faz sem esforço já não é aprendiz. Mostra-me um rosto feliz :)
Espero que tenhas Gostado. É inteiramente Teu. Um Grande Beijo ***
sinto-me frágil, sinto-me triste, sinto-me sozinho, sinto-me inútil, sinto-me incapaz, sinto-me fraco, sinto-me frouxo, sinto-me pressionado, sinto-me angustiado e sinto-me perdido. É todo este sentimento sentido, vivendo-o por viver e viver sem ter vivido.
Consegue o gesto ténue penetrar o insondável coração como faria o gelo áspero apagar o fogo de uma paixão?
Soltam-se beijos frios na pressa de um adeus Despegam-se os corpos amarrados de mil fados cansados desses tantos fados seus.
Hábeis gestos inocentes mecânicos de tanta vontade Escondem a dura verdade dos velhos pensamentos pendentes.
Nas palavras ditas quentes e bonitas tão pouco convincentes nos sorrisos rasgados no olhar de ocasião fica sempre o que mais interessa conta sempre a intenção.
Tão imundo, sujo e pestilento, como um cão largado ao relento. Abandonado e triste mas sem choro, sem queixume. Encontrou no lixo o seu perfume.
A lástima fica aos fracos como a dor do nunca ser. Aos outros cabe a vontade: a virtude de não ceder.
Na palavra já sem vida, mecânica e sem expressão, nas vozes que se calam, não apelam mais à razão. Em pessoas sem passos, sem trilho a percorrer; em feridas que doem, que sangram sem saber.
Entrou pela porta dos fundos. Encontrou neste, outros mundos e fez deles a sua casa.
O corpo hirto, feito de fome e de frio faz da vida um mito, em busca de desafio.
Aos que nunca viram e não sabem o que é sofrer diz que o corpo não doi, quando nada há a perder.
Nesta vida terrena o sofrimento é seu irmão. Por mais que o corpo doa não lhe deixa recordação. O seu mal é o vazio que lhe preenche o coração. É o que morre de fome. É o que treme de frio
É o que não encontra amparo na vontade de vencer, por mais que por ele se lute mais ele nos vai doer.
"Ninguém vive sem palavras, sem emoções ou sem alimentos. Ninguém vive sem falar, sem acções ou sentimentos."
Arte Urbana. Poesia Sonora. Uma Página de História. Brilhante.
" Estás a sentir Uma página de história Um pedaço da tua glória Que vai passar breve memória Tamos no pico do verão mas chove Por todo o lado Levo uma de cada Já estou bem aviado Cuspo directo no caderno Rimas saídas do inferno Que passei à tua pala Num tempo que pareceu eterno Estou de cara lavada Tenho a casa arrumada Lembrança apagada De uma vida quase lixada
Passeio na praia Atacado pelos clones São tantos e iguais Sem contar com os silicones Olho para o céu Mas toda a gente foi de férias Apetece-me gritar Até rebentar as artérias
(Respiro fundo) E lembro-me da força (Que guardo dentro do meu corpo) Espero que ela ouça
Todo o amor deste mundo Perdido num segundo Todo o riso transformado Num olhar apagado Toda a fúria de viver Afastada do meu ser Até que um dia acordei E vi que estava a perder Toda a força que cresceu Na vida que Deus me deu Uma vontade de gritar bem alto: O meu amor morreu Todo o mundo há-de ouvir Todo o mundo há-de sentir Tenho a força de mil homens Para o que há de vir
Flashback instantâneo Prazer momentâneo Penso em ti até Que bate duro No meu crânio Toda a dor Toda a raiva Todo o ciúme Toda a luta Toda a mágoa e pesar Toda a lágrima enxuta Alieno como posso Não posso encher a cabeça Não há dinheiro Nem vontade Ou amor que o mereça Não vou pensar de novo, Vou-me pôr novo Neste dia novo Estreio um coração novo Visto-me de branco Bem alegre no meu luto Saio para a rua Mais contente que um puto Acredita que custou Mas finalmente passou No final do dia Foi só isto que restou
(Respiro fundo) E lembro-me da força (Que guardo dentro do meu corpo) Espero que ela ouça
Todo o amor deste mundo Perdido num segundo Todo o riso transformado Num olhar apagado Toda a fúria de viver Afastada do meu ser Até que um dia acordei E vi que estava a perder Toda a força que cresceu Na vida que deus me deu Uma vontade de gritar bem alto: O meu amor morreu. Todo o mundo há-de ouvir Todo o mundo há-de sentir Tenho a força de mil homens Para o que há de vir Vai haver um outro alguém Que me ame e trate bem Vai haver um outro alguém Que me ouça também Vai haver um outro alguém Que faça valer a pena Vai haver um outro alguém Que me cante este poema "
Vão, vago, omisso, por vezes castiço. Fogo forte e ardente, sangue quente que explode no peito. Desejo urgente, pungente de amor sem defeito.
Tal pomba que voa em liberdade, sem maldade, amarrada ao coração. Sentido atroz de união, sem voltar atrás, sem perdão. É perder a noção. Amor de perdição.
Amor gentil, sem fachada nem perfil. É dar a mão. Unir laços e desejos, caricias com anseios. Amar sem senão, sem posse ou discussão; sem mudar de tom.
Amar é ser. Amar é um dom.
"Ama os outros como a Ti mesmo." e; Sê Feliz.
Mensagem de dia de S. Valentim para todos os casais. Amem em liberdade; Paz e Amor. Sejam Felizes.
Já não sei... se sei, se sabes, se sentes ou se finges, se omites, não permites; a verdade, se vês ou não lês, em mim; o ser que não é. Nem sei... se sabes, se o fazes, que fazes, quando ages; e se é propositado. Quando és em mim, não sei se o és, se serás jamais; se somos iguais. Já não sei se sei o que é ser; se ser é não ter, ter é não dar e eu dou o que sou; Eu sou, mas não sou... sem Ti.
Pedes-me palavras, somente palavras. Formato versífico, de tom específico e, converteza, carácter verdadeiro. Não sendo dos primeiros iniciam-se trabalhos, colam-se retalhos de mil outros universos literários e doutros tantos pioneiros.
Pedes-me palavras e eu escrevo-as com fervor. Num poema de desatino junta-se o sinónimo ao antónimo como o frio ao calor. Na vida sem destino cabe tanto ao pesadelo o riso, como à verdade o horror.
Somente palavras... de cariz seleccionado e aspecto rebuscado, na sua confecção. Esqueces-te que sou humilde de natureza e apelo apenas; ao coração.
Pedes-me palavras, de "sonzinho" aberto e sem um único senão. De letrinha pequenina do teu alfabeto predilecto e com pouca acentuação!
Pedes-me Palavras, Somente Palavras. Ofereço-te "Amor"; e "Paixão".
Para um "Alguém" que me pediu "Palavras". Ofereço:
Mais uma noite, só uma, esta, nenhuma. O ser e o estar, unir e separar. Sem remorso e sem perdão, o pecado sagrado em laços de união. Desejas, aqueces, actuas e esqueces. Sempre foi assim: chegar e partir.